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7 de julho de 2009

Continue vivendo

E ai meu povo? Vocês devem estar pensando... "Quem é essa ai que não é a karol?" Pois é... em um passado remoto eu costumava postar aqui :D Mas não se assustem muito com minha presença... ela será breve [por hora] Acho que todos vocês sabem que a nossa amiga Karol foi viajar e que a Monique foi pra uma escola militar cheia de Homens sarados... Uma semana é muito tempo pra gente ficar sem fic... então vou dar uma de quebra-galho e vou colocar aqui um dos meus contos... Não é do porte das fics que estamos acostumadas mais vocês vão ter que me dar um desconto vai :p espero que gostem...

Olhando para o precipício...a centímetros da morte... posso ver a vida que eu tive com mais clareza,sempre fui assim, só conseguia ver as coisas boas depois que elas acabavam, isso também vale para minha vida... a dois messes que minha vida começou a ter um nome "Augusto" um estrangeiro que veio de muito longe para essa cidade, assim que eu o vi, percebi que seria dele e de mais ninguém, ele me olhava com os olhos cheios de desejo, os olhos dele... eu poderia me perder para sempre neles... negros como pixe, mas revelavam as emoções tão claramente que era impossível desviar o olhar.

Ele simplesmente apareceu no meu quarto aquela noite, uma noite inesquecível, ele me tomou em seus braços sem o mínimo de esforço, com seu eu fosse uma boneca de pano que não tivesse reações...agora me pergunto se não era esse meu estado diante dele, ele me disse que precisava de mim, e eu repeti como uma idiota que também precisava dele.Aquela noite nos amamos intensamente... e ele me revelou sua verdadeira natureza, ele era um vampiro, ele me queria por completo, ele queria também o meu sangue. Eu não pude negar isso a ele.

Eu fiquei doente, muito dente, durante 3 dias ele me visitou, e por mais fraca que eu estivesse, nunca neguei o que ele me pediu...até que ele não voltou mais...entrei em desespero,perguntei por ele na cidade inteira...e no lugar onde ele vivia me disseram que ele tinha ido para outra cidade, mas que tinha deixado um bilhete pra mim, peguei o bilhete que dizia "Continue vivendo" duas palavras impossíveis.

Tentei continuar mas não pude, cada dia esperava ansiosa noticias de que ele tinha voltado, mas ele nunca voltou, entrei em uma depressão profunda, nenhuma bebida era refrescante e por mais saborosa que fosse a comida, já não sentia seu gosto...vivi como um zumbi durante esses dois messes, até agora.

Dando um passo no vazio, pulei do precipício, lá em baixo pude ver as ondas quebrarem nas pedras, elas eram implacáveis, uma força da natureza que não podiam ser detidas...as ondas sempre bateriam nas pedras, por que era esse seu destino. O meu destino estava no desconhecido, estava num lugar onde eu poderia esperar... a eternidade se fosse preciso, me despedi dele mentalmente "Adeus meu amor...vou te esperar para sempre...continue vivendo". Eu morri. E agora era feita da mesma eternidade que fazia parte dele.


Então... espero que não tenha sido tão ruim :p


BjOs
By_Flávia_

2 comentarios:

Mariana disse...

vc arrasa!!
adorei o conto eh meio tragico + vc passa a emoção do personagem *xorei baldes*
bjs p/vc

naninha cardoso disse...

adorei

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