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6 de junho de 2009

Planos contingentes

Edward, Edward, Edward... Vocês estão se cansando dele? Parece que essa fic não vai acabar nunca. Mas eu não estou reclamando :/
***
O filme finalmente chegou ao fim, e quando Julieta acordou para encontrar seu marido morto, as lágrimas de Bella rolaram por seu rosto. Eu a apertei em meus braços em uma necessidade instintiva de aliviar sua tristeza, ainda que ilusória.

"Eu admito, eu meio que invejo ele nessa parte". Comentei para distraí-la enquanto enxugava suas lágrimas.

"Ela é muito bonita", Bella respondeu num tom melancólico que eu não entendi inicialmente. De que ela estava falando? Bella estava com ciúmes da atris? Eu me empolguei com a possibilidade.

"Não é garota dele que eu invejo - é só a facilidade do suicídio", respondi ainda rindo da idéia de existir alguém mais atraente que Bella para mim. "Vocês humanos morrem tão fácil! Tudo o que vocês têm que fazer é só engolir um extrato de planta..."

"Como é?", Ela me interrompeu agitada e eu percebi que havia falado demais. "Foi uma coisa na qual eu tive que pensar uma vez.” Tentei explicar mais sóbriamente.

“Eu sabia pela experiência de Carlisle que não seria fácil. Eu nem tenho certeza de quantas vezes Carlisle tentou se matar no início... depois que ele viu no que tinha se transformado...", ao perceber a angústia em seus olhos –que eu julguei ser preocupação por Carlisle- tornei minha voz mais suave para alcalmá-la. "E ele claramente ainda está em perfeita saúde".

Ela me encarou cuidadosamente, como se tentasse ler a minha mente. "Do que é que você pensa que está falando? O que é que você quer dizer com, isso é uma coisa na qual eu tive que pensar uma vez?", ela questionou com a voz cuidadosa, mas trazendo a tona lembranças arrasadoras nunca iriam me abandonar.

"Primavera passada, quando você foi... quase morta..." Inspirei profundamente lutando contra as lembranças angustiantes, contra o peso da minha responsabilidade, da minha culpa. "É claro que eu estava focado em te encontrar viva, mas parte da minha mente estava fazendo planos contingentes.” Tentei continuar em um tom mais leve. “Como eu disse, não é tão fácil pra mim quanto é pra um humano".

Ainda assim as lembranças voltaram com força total, a agonia da dúvida, de não saber se eu chegaria a tempo, a culpa devastadora por ter colocado em perigo a única coisa que trazia luz para minha existência. Foi quando eu descobri que não existiria mais vida para mim sem a existência dela.
karol

6 comentarios:

Karol - A Menina que Roubava Cookies disse...

Sabem do que eu estou sentindo falta?
Cadê os contos da flávia?



:-)

PENSAMENTOS LIVRES disse...

karol por favor continue a finc .....
fico esperando e acessando o blog a cada meia hora . A espera é angustiante

karol disse...

Como diria mestre chapolin: palma, palma, não priemos cânico.

Eu não disse que vou parar, mas eu quero saber se vocês ainda estão curtindo. Porque nós teremos uma loooonga história pela frente.

Monique Feels Tudo isso disse...

Meu deusi do meu céu.

Veja o que aconteceu com você Karol!
De tanto pensar como Edward, agora deu para ter esses ataques de "Eu fico até qaundo você me querer".

Aff. Tire o Edward do seu corpo porque ele nãote pertence!

E aí de vc te parar de escrever! Ai de vc.

Não se esqueça que sou uma psicopata!

=/

Karol - A Menina que Roubava Cookies disse...

→ De tanto pensar como Edward, agora deu para ter esses ataques de "Eu fico até qaundo você me querer".

Rrsrsrs. É verdade, isso é contagiante =p

Monique Feels Tudo isso disse...

Edward é nossa heroína!

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