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30 de maio de 2009

Eu não quero ser assasinada nem nada assim, então... (Lua de Mel 4)

Aí está o que vocês pediram, mas vocês vão precisar de muito mais pra me convencer a postar a próxima parte. Só quero ver o que vocês vão fazer para me convencer :p

[Edward]

Eu só estava calmo por fora. Precisava que ela estivesse calma e tranquila, porque eu não estava. Havíamos chegado a um ponto meio que sem volta, não havia mais muito a fazer, talvez pudesse esperar mais um pouco, prepará-la melhor, mas eu não acreditava nisso, eu via em seus olhos que ela queria aquilo tanto quanto eu, mais, até. Tudo estava indo bem, bem demais, mas o esforço maior viria agora. Deitei-me sobre ela, para sentir seu corpo todo colado no meu, e a abracei. Mergulhei o rosto em seu pescoço, em seu cabelo, e senti a fome familiar chegando novamente, subindo por minha garganta. Ao invés de parar, dei pequenas mordidas em seu pescoço, como se estivesse me preparando para mordê-la, e ela praticamente saiu de si com aquilo.

Acalmei os pensamentos. Tinha que estar preparado para o pior, se eu a mordesse de verdade teria que tentar novamente tirar o veneno de seu organismo, ou prepará-la para a transformação. Tudo estava mais ou menos ajustado para qualquer possibilidade.
Mas ao invés de aumentar minha fome, as mordidas, que não chegavam sequer a arranhar sua pele, a acalmaram. Seria o instinto do caçador sendo aplacado? De repente resolvi fazer um último teste, uma iluminação me atingiu. Vinda do medo, talvez. Ou talvez fosse apenas mais curiosidade, mais vontade de tê-la completamente. Ela estava suada, corada, um tormento por toda a parte. “Calma, amor.”

E colei os lábios em seu pescoço, inspirando profundamente, sentido a pulsação do sangue em suas artérias, me inebriando com seu cheiro doce, tentador, provando o suor da pele, que lembrava de uma maneira milhares de vezes mais fraca o gosto de seu sangue.

Me deixei levar pela experiência sensorial. Senti mais uma vez a boca cheia de veneno, estava pronto para devorá-la, para bebê-la até o fim, mas a vontade não era mais tão incontrolável como antes. Era como se não fosse a primeira vez, e sim uma redescoberta de algo que ficara muito tempo longe de mim.

Ouvi um suspiro abafado no momento em que todo o seu corpo se contraiu, e depois relaxou. O cheiro dela se tornou ainda mais intenso, beijei-a para fugir da onda doce e fulminante que me alcançou. Me apoiei um pouco nos braços para observá-la com curiosidade, e por um momento fiquei feliz por ela ter insistido tanto em ter essa experiência antes da transformação.

Ela estava me dando um presente único, de sentir o corpo dela tão vivo, em uma experiência tão unicamente humana. Fiquei feliz também em ter aceitado. Amanhã, caso algo desse errado, eu poderia voltar a sentir culpa, responsabilidade, irritação comigo mesmo por ser tão inconseqüente, mas naquele momento tudo que existia era o calor que emanava dela, o cheiro intenso, a fome sob controle, e o prazer que dávamos um ao outro.

Deitei-me ao seu lado, enquanto a observava, atento. Os olhos fechados, a respiração entrecortada, o suor formando minúsculas gotas em sua testa, ela estava a cada segundo ainda mais fascinante. A resistência que eu já tinha contra transformá-la em uma de nós aumentou. Tanta coisa seria perdida! Ela não tinha consciência da própria perfeição.

“Bella?” Arrisquei chamá-la depois de um tempo; um sussurro. Queria ver seus olhos. Ela virou o rosto para mim e os abriu. Geralmente de um marrom suave, seus olhos estavam escuros e fluidos, como ônix líquido; quase não consegui distinguir as pupilas novamente dilatadas das íris escuras. Seu olhar transbordava de amor, satisfação, surpresa e um pouco de timidez, tudo misturado numa composição única. Sorri imensamente, devolvendo todos os sentimentos que ela deixava transparecer... Segurei sua mão.

“Está viva ainda?” Perguntei brincando. Ela espreguiçou os braços como se fosse uma gata.

“Parece que você decidiu me deixar viver mais alguns instantes.”Seus lábios formaram um sorriso satisfeito.

“Ainda quer que eu continue?” Provoquei, chegando próximo a ela e mordendo de leve o lóbulo da orelha. Ela pulou novamente, mas a resposta me surpreendeu.

“Não, preciso de um tempo para me recuperar. Ainda tem champanhe?”

Dei uma risada espontânea e estendi o braço para a taça e a bebida que ainda estava fria no balde de gelo. Enchi a taça, e entreguei em sua mão ainda trêmula. Antes que bebesse, procurei seus lábios, tocando sua língua com a minha.

Ela bebeu a taça inteira de uma só vez, continuava com sede. Ofereci água na mesma quantidade, ela aceitou de bom grado. Depois se recostou novamente nos travesseiros, e acariciei sua testa, tirando as mechas de cabelo que estavam grudadas com suor.
Ela me olhou com um olhar indecifrável. Parecia querer poder ler a minha mente desta vez. Retribuí o olhar com a mesma intensidade. Estávamos sem palavras.

“Foi uma idéia que tive na última hora. Achei que, se me acostumasse com o seu cheiro, poderia ser mais fácil. Eu ainda tenho medo, Bella. Não temos garantias.”
Ela olhou para o teto por alguns instantes, depois ficou muito vermelha; me olhou de canto de olho e eu sorri, não consegui evitar.

“Edward... Não posso reclamar, apesar de ter ficado...” Ela ficou mais vermelha ainda. “Foi uma das sensações mais absurdamente maravilhosas que eu já senti. Se o resto é ainda melhor... Eu não sei se vou agüentar”. Ela parecia sincera. Mas eu sabia que era tudo uma questão de perspectiva. Era estranho estarmos conversando sobre isso; as palavras não eram suficientes para descrever as coisas, e era um pouco desajeitado. Nós nunca tínhamos conversado sobre esse assunto abertamente. Era normal que ela ficasse insegura. A falta de experiência ajudava. Tentei ser o mais sincero possível, baseado em tudo que sabia.

“Até onde sei, vai ser diferente. Mas não posso dizer como, cada um tem um corpo, uma forma de sentir”.

Ela sorriu. “Eu te amo”.A voz era linda. Obrigada por ter decidido vir para cá comigo.”

“Não agradeça ainda. Ainda não acabou”.E minha voz se tornou novamente maliciosa. “E por falar nisso, eu não aproveitei tanto quanto você. O que vai fazer para consertar isso?”.

O sorriso voltou a seus lábios. “Bem”, ela respondeu, os olhos brilhando. “Acho que aprendi uma ou duas coisas nas últimas horas. Vamos ver o que consigo fazer por você”.

[Bella]

Meu coração acelerou novamente. A sensação de poder causar nele sensações remotamente parecidas com as que ele me causava era viciante; eu não conseguia pensar em parar. Queria que aquela noite durasse para sempre. Mais uma vez não consegui acreditar que ele estava ali, que era meu, que me amava, e que estava gostando tanto de estar ali como eu. Só que desta vez a descrença era menor, e em parte substituída por uma necessidade de satisfazê-lo; eu conseguia ler em seu rosto e em sua voz como ele estava apreciando tudo aquilo. Era meu dever retribuir tudo que ele me dera.

Mas não era simples; a timidez me atacava em ondas que iam e voltavam. Depois de um tempo, eu só conseguia sentir as ondas de prazer que subiam daquele ponto e se espalhavam para todo o resto do meu corpo. Minhas mãos estavam subitamente soltas, latejando, e me tornei puro instinto. Eu não conseguia acreditar que ele nunca tinha feito aquilo antes. Uma dúvida me atravessou, será que ele tinha mentido para mim?

Mas depois relaxei; ele não teria porque, e eu sempre acreditei que ele poderia fazer qualquer coisa melhor do que qualquer humano fosse na primeira vez ou na última. Ele era apenas perfeito demais. Assustadoramente perfeito.

Quando tudo terminou – e na verdade não tinha terminado, cada pausa era o prenúncio de algo cada vez mais enlouquecedor – a vergonha voltou com mais força e eu tive que me controlar para conseguir olhar para ele. Mas seu olhar desmanchou minha timidez, e consegui conversar de forma minimamente adequada. E agora, aquele desafio.

Como eu conseguiria causar nele as mesmas coisas que ele me causara? Eu não tinha coragem nem de longe de fazer o mesmo que ele tinha feito comigo; só de pensar e meu cérebro tinha espasmos. Além disso, as sensações seriam as mesmas para ele? Ele reagira bastante quando estávamos na água; a verdade é que eu ainda não entendia muito bem como funcionava para mim, quanto mais para um vampiro. Inclusive fiquei durante um tempo tentando imaginar como acontecia, já que ele não estava, bem, tecnicamente, vivo, do jeito convencional.

Mas a dúvida se desfez nas últimas horas, quando vi que o corpo dele respondia aos meus estímulos de forma muito conveniente. Algum dia talvez eu tivesse coragem de perguntar. Hoje não.

Fiz então o que me pareceu mais certo: parei de pensar, e fiz apenas o que meu corpo tinha vontade. Voltei a beijá-lo devagar, explorando cada centímetro dos lábios gelados, sentindo que ele estremecia em contato com meu calor. Ao mesmo tempo deslizei a mão por seu corpo; fazendo um caminho parecido com o que ele fizera comigo no chuveiro; nos deitamos lado a lado e enquanto o beijava explorei as costas, o peito, os braços, quadris, ora com as palmas das mãos, ora com a ponta dos dedos.

Minhas unhas estavam bem curtas, desejei que estivessem mais compridas, mas depois lembrei que provavelmente ele não sentiria mesmo. Era um dos inconvenientes de ter um namorado vampiro. Mas a sensibilidade dele para outras coisas, principalmente o contato da minha pele, parecia compensar aquela falta. Me lembrei da primeira vez que nos tocamos mais prolongadamente na clareira, do primeiro beijo que ele me deu, em como ele tinha sido esquivo e reservado; em como tinha se afastado rapidamente do contato, como se eu o queimasse. Agora era parecido, mas ele se permitia queimar, buscava o calor, a intensidade. Eu me sentia nas nuvens.

Me afastei um pouco dele, me sentando próxima a seus pés. Ele permanecia de olhos fechados, a expressão entregue, como se estivesse em outro mundo, do mesmo jeito que eu havia estado; não percebi quando ele abriu os olhos. Em determinado momento olhei para seu rosto – como eu gostava da expressão que ele fazia! – e percebi que estava me encarando, os olhos escuros, a respiração curta e rápida, eu não cansava de me surpreender com suas reações, tão humanas, e ao mesmo tempo diferentes.

Notei também em seu olhar expectativa; aquilo me intimidou um pouco, era tudo tão novo, acontecera tão rápido, ontem ele mal me beijava e hoje conhecia meu corpo praticamente todo!. Senti o sangue do corpo todo ir para o rosto, minha mão tremeu, mas respirei fundo e continuei. Me deitei ao lado dele, sem soltá-lo, e voltei a procurar seus lábios com os meus. Percebi que ele estava se controlando para não reagir plenamente, eu já conhecia bem a linha que se formava em seus lábios e a postura tensa. Senti um pouco de medo. Agora eu me sentia realmente brincando com fogo, as recomendações e precauções dele se tornavam mais reais.

Percebi em um determinado momento que meus movimentos estavam sincronizados com sua respiração, e com a intensidade do beijo. Senti meu corpo voltar a responder ao dele e a suas reações, a reacender lentamente, e furiosamente. O calor de meu corpo contrastava com o frio dele; o calor do ar e de minha respiração pareciam transtorná-lo numa tortura lenta e crescente. Eu podia sentir, mais do que qualquer coisa, a fome que ele sentia, em sua postura, em seu rosto, em seus olhos que se abriam e fechavam como em um delírio de febre.

E inesperadamente, num movimento rápido, ele se desvencilhou de minhas mãos, rolou para cima de mim, separando minhas pernas com as dele, e nossos corpos se encaixaram.

Minha reação inicial foi de protesto, de susto, mas ele a sufocou com um aperto selvagem, enquanto deslizava devagar para dentro de mim em um movimento forte do quadril, provocando uma dor aguda onde antes só houvera prazer, misturada com uma sensação completamente nova de ânsia.

O protesto de dor foi sufocado também por seus lábios, que morderam os meus, enquanto ele se movia novamente, causando uma segunda onda de dor, essa mais leve, enquanto a ânsia crescia. Ele percebeu minha agonia, e ficou imóvel, sobre mim, dentro de mim, esperando.

A respiração dele estava acelerada de uma forma que eu jamais vira, e agora meu medo era absoluto. E se ele não conseguisse se controlar?

Mas de alguma forma ele conseguiu, e sua respiração foi desacelerando aos poucos, enquanto ele permanecia imóvel. Depois de um tempo que não consegui precisar, ele voltou a se mover. E então eu já quase não sentia dor. Foi quando ele ergueu a cabeça para me olhar, e eu desejei que a noite estivesse apenas começando.

karol

P.S: Eu avisei que doses excessivas dessa fic faziam mal, mas ninguém me ouve :/

31 comentarios:

Marcela de Vasconcellos disse...

Ah

Ah

Ah

Ah

Ah

Ah

meu


Deus!!!!

Marcela de Vasconcellos disse...

Eu juro que essa fic vai me matar!!!

Eu estou hiperventilando, sem falar que passei os últimos dois minutos em apnéia...só lendo!!!


O Ed definitivamente jogou todos os mortais no limbo.
E quem escreveu essa fic terminou de enterrar todos eles.
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.
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KArolzinha querida do meu coração. Se vc não postar o resto da fic ainda nesse fim de semana eu juro que vou descobrir onde vc mora.
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Daí eu vou aparecer na sua casa com uma caixa de clips de papel, um galão de ácido e uma caneta hidrocor!
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Com a caneta vou fazer bigodes em todas as suas fotos do Rob Pattz e galãs afim.
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Com o galão de ácido vou inutilizar seu computador[depois de ler o resto da fic]
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E preciso te dizer que a Ziva de NCIS (um seriado que amo) me ensinou 18 maneiras de matar com um único clip de papel.

Anônimo disse...

Vcs não sabem o que eu acabei de achar no youtube, a primeira cena de nem moon, lançada na net.
http://www.youtube.com/watch?v=ONqiaDkAgys&feature=topvideos

link do video.

Dani´

_Flávia Tavares_ disse...

ai ai faz mau mesmo pq quanto mais eu leio mais quero ler...
isso faz mau para a saude....

_Flávia Tavares_ disse...

"E preciso te dizer que a Ziva de NCIS (um seriado que amo) me ensinou 18 maneiras de matar com um único clip de papel."

se a marcela virar uma assassina a culpa é sua Karol!!!

Monique Feels Tudo isso disse...

Tem gente virando psicopata assassina por aí...

Gente, não se preoculpem, EU SEI ONDE ELA MORA!!!

Ela tem até as 12h de domingo, dia 31 de maio de 2009 para postar mais! Caso contrário ela é uma prima MORTA! E EU ESTOU FALANDO SÉRIO

Ou fic ou morte! Você escolhe!

Monique Feels Tudo isso disse...

Marcela, você poderia me ensinar as 18 maneiras de matar com um clips?

Melhor! Eu só preciso de uma maneira!

Monique Feels Tudo isso disse...

Ela quer que a gente se esforce para que ela post o resto da fic?

Então tá, vou listar aqui as maneiras mais variáveis de acabar com uma possuidora de fic mal-carater.

Monique Feels Tudo isso disse...

Te joga na piscina e jogo um secador, um ventilador e uma batedeira lá dentro. Todos ligados na tomada!

Monique Feels Tudo isso disse...

Faço uma tocaia. Espero você sair de casa e BÃ

Tiro na testa!

Monique Feels Tudo isso disse...

Chumbinho

Monique Feels Tudo isso disse...

Sequestro relâmpago.

Ninguém desconfiaria

Monique Feels Tudo isso disse...

Atropelamento.

Não se esqueça que eu acabei de tirar a carteira de motorista.

Monique Feels Tudo isso disse...

Tortura.

Arranco um fio de cabelo de cada vez.

P.S.: Karol deve ter no mínimo uns 900.000 mil fios de cabelo!

Monique Feels Tudo isso disse...

Planto uma bomba no seu quarto.

Apenas um BÃ

E fim de história

_Flávia Tavares_ disse...

caixa de bombons envenenada.... ela gosta de chocolate não é?

Monique Feels Tudo isso disse...

Os 18 clips da Marcela.

Monique Feels Tudo isso disse...

Facada

Monique Feels Tudo isso disse...

Tesourada

Monique Feels Tudo isso disse...

Machadada

_Flávia Tavares_ disse...

toturas... agulha em baixo das unhas...

_Flávia Tavares_ disse...

se ela estivesse na nossa situação com certeza não faria isso... é totalmente contra so direitos humanos isso!!!

Karol - A Menina que Roubava Cookies disse...

Rsrsrs

É por isso que eu não posto tudo de uma vez, vocês são cômicas =D

E eu acho que a monique perdeu a noção do perigo, lembra que a única que sabe umas 10 maneiras de matar sem deixar rastros sou eu?

Não vão nem achar seu corpo ;D

Monique Feels Tudo isso disse...

Ai meu deus!

Cronologia dos fatos:

1°→ Fiz as ameaças contra Karol.

2°→ Eu li a fic.

Onde eu estava com a cabeça? Perdi tempo!

Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Eu vou morrer se você não postar logo

por favor
por favor

Monique Feels Tudo isso disse...

posta

Monique Feels Tudo isso disse...

logo

Monique Feels Tudo isso disse...

Por favor

Monique Feels Tudo isso disse...

Isso é maldade, ninguém vai morrer, eu juro.

Meninas, alguém aí vai morrer do coração se KArol postar tudo de uma vez?

Todas juntas: NÃO!!!

Monique Feels Tudo isso disse...

→E eu acho que a monique perdeu a noção do perigo, lembra que a única que sabe umas 10 maneiras de matar sem deixar rastros sou eu?

Não vão nem achar seu corpo ;D

Peraí! Não me venha com ameaças.

Eu formo um bonde e vou aí na tua casa e acabo contigo num minuto.~

p.s.: Já estou escrevendo uma carta (manuscrito) dizendo que abre aspas (") Venho sofrendo ameaças de uma prima. Ela é meio inteligente. E gosta de cookies. Não queria que fosse assim. Gosto tanto dela, afinal, é sangue do meu sangue. Não quero denunciá-la. Não acredito que ela faça qualquer mal a mimnha pessoa. Mas ela tem andado estranha ultimamente, desde de quando passou a fazer parte de um blog sobre vampiros, sádicos, tanques e fumos. Quem estiver elndo essa carta agora, já sabe que eu não estou mais entre o mundo dos vivos. Não vou dizer que a culpada foi a Karol. Mas é bom investigarem muito bem. fecha aspas (")

_Flávia Tavares_ disse...

é só me chamar que eu ajudo em monique...

Vampiros Jogam Baseball! disse...

Isso aí, espírito de equipe!

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