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20 de abril de 2009

Salve Deus Calvin!


Em uma semana como essa não era possível deixar de fazer uma homenagem a altura do homem que torna nossos dias mais felizes com outdors de tanquinhos maravilhosos em lugares escolhidos estrátegicamente.

Em minhas pesquisas sobre Calvin Klein encontrei a seguinte descrição:
"Ousado, irreverente e polêmico, o estilista autodidata criado em um subúrbio de Nova Iorque revolucionou a moda casual e as campanhas publicitárias de moda. Hoje, aos 62 anos, ocupa lugar de destaque no panteão do universo fashion."

Eu não poderia descrever melhor. O que seria de nossas vidas sem a "revolução" que Calvin trouxe às campanhas publicitárias de cuecas? Já imaginou a vida sem Travis Fimmel? Sem dúvidas o nosso amado Calvin merece um lugar no Panteão dos Deuses da Moda.

Quem é Calvin Klein?

Calvin Richard Klein nasceu em 1942, no distrito nova-iorquino do Bronx. Ainda menino, aprendeu sozinho a desenhar e a costurar. Seu autodidatismo lhe rendeu bolsas de estudo em uma escola secundária especializada em arte e em uma das maiores instituições de ensino superior de moda dos Estados Unidos, em que se formou em 1962.

Em 1968, com US$ 10 mil de capital e em parceria com o amigo de infância Barry Schwartz, Klein lançou sua marca própria. Com o primeiro à frente dos negócios e o segundo na criação, a empresa rapidamente decolou.

Ao longo de 35 anos de carreira, o estilista se consagrou por criar um estilo único, sexy e original, mas também fez notícia graças ao talento para criar polêmicas. Suas criações estabeleceram a definição do estilo “casual chique”, ou seja, peças simples, sóbrias, fluídas e essencialmente confortáveis, mas sem abrir mão de tecidos refinados, qualidade no acabamento e construção sofisticada. Já sua história é pontuada por campanhas publicitárias ousadas, agressividade nos negócios, pitadas de excentricidade.

Calvin Klein simplesmente sabe das coisas. Ele percebeu que para "fazer moda" não era necessário vestir um bando de modelos magrelas como se fosse carnaval (mas um carnaval fashion), ele sacou que tudo que ele precisava era de um pedaço de tecido confortável e de qualidade (para fazer a cueca) e um homem tentador para fazer a publicidade. Sacou?!

Estilista marcou definitivamente seu nome na história da moda em 1982, com o lançamento de sua coleção de underwear masculina. Pela primeira vez, as boas e velhas cuecas, até então apenas funcionais e confeccionadas sem a menor preocupação estética, foram elevadas ao posto de objetos de desejo tanto pelo design quanto pela provocação das campanhas.

E que provocação, diga-se de passagem, essa semana vocês vão saber do que falamos.
Eu poderia até dizer que CK foi um marco na história das cuecas, ele foi "O Cara" que diferenciou a cueca do vovô da cueca do Travis Fimmel, é simplesmente um fato científico que uma cueca Calvin Klein torna até o Aro Volturi mais pegável!


Tudo Começou com um ensaio para lá de sensuais com Mark Wahlberg nos anos 90, em que o então rapper e aspirante a ator exibia a barriga sarada a bordo das básicas cuecas brancas da marca. (Por que CK simplesmente sabia que a cueca é secundária, o que preenche a cueca é que importa! Se a cueca fosse de estampa de zebra nunca funcionaria.) Tal campanha, aliás, foi a responsável por detonar crises de auto-imagem e insegurança em homens de todo o mundo, segundo um estudo conduzido em 2002 por psicólogos da Universidade de Wisconsin. (Você leu isso? Será que nosso blog também causa esse efeito?)

A melhor de todas:
Em abril de 2002, em outra campanha da marca, um pôster de quase 20 metros de altura com o modelo australiano Travis Fimmel seminu, em plena Oxford Street, em Londres, foi removido por tratar-se supostamente de “ameaça” ao trânsito do local. Nunca se teve notícia de acidentes, mas o anúncio foi submetido à análise pelo órgão regulador de publicidade no Reino Unido, o Advertising Standards Authority, diante das reclamações de pessoas que o consideraram indecente. No mês seguinte, a campanha foi considerada inofensiva e ganhou mundo novamente. (Eu estou tentando imaginar um poster de 20 metros de Travis Fimmel Seminu. Aposto que as londrinas fizeram abaixo-assinado para colocar o poster de volta)

Cômico:

Para apreciadores da cultura pop dos anos 80, é inesquecível a referência ao estilista norte-americano imortalizada em De Volta Para o Futuro, dirigido por Robert Zemeckis, em 1985. As cuecas assinadas por Calvin Klein renderam umas das cenas mais divertidas do filme. O personagem de Michael J. Fox (Marty McFly) acidentalmente volta aos anos 50, acaba atrapalhando o encontro dos próprios pais, quando é atropelado e socorrido pela mãe, a então jovem Lorraine, interpretada por Lea Thompson. Intrigada com as roupas estranhas do rapaz, Lorraine vê o nome Calvin Klein em destaque na cueca de Marty e deduz que esse seja o nome do rapaz - na época, era comum bordar o nome nas roupas, costume bem diferente da logomania que rege a moda contemporânea. A jovem insiste em chamar Marty de “Calvin” até o fim do filme, em situações hilárias.

Fonte: View Magazine (sofreu adaptações)

karol ♪

2 comentarios:

Anônimo disse...

´´fato científico que uma cueca Calvin Klein torna até o Aro Volturi mais pegável!``- CHOREI KKKKKKK

Hul... sim devemos muito a calvinho!!

nossa um poster de 20 metros do travis fimmel seminu .... G-SUIS!!

Beijos!!!!
Camila

monique disse...

Outdoor de 20 metros do Travis....

Jeez me socorre!
Daria uma jeito de roubá-lo pra mim...
O problema seria onde eu colaria??!!?

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